{"id":390022,"date":"2026-06-28T16:13:18","date_gmt":"2026-06-28T20:13:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rael.org\/eu-vejo-te\/"},"modified":"2026-06-28T16:13:18","modified_gmt":"2026-06-28T20:13:18","slug":"eu-vejo-te","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/eu-vejo-te\/","title":{"rendered":"Eu vejo-te"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" lazyload=\"lazyload\" class=\"aligncenter wp-image-389950 size-large\" src=\"https:\/\/images.weserv.nl\/?url=www.rael.org\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/June-28-Weekly-address-80ah-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"450\"><\/p>\n<p>\u00c9 hora de dizer ol\u00e1 aos Elohim. \u00abOl\u00e1!\u00bb <\/p>\n<p>O Contacto \u00e9 s\u00f3 isso. \u00c9 simplesmente dizer ol\u00e1. N\u00e3o \u00e9 complicado. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de pensamentos complicados.   <\/p>\n<p>Apenas: \u00abOl\u00e1! Estou aqui, ao vosso servi\u00e7o, a espalhar o vosso amor, a receber o vosso amor, a ser amor.\u00bb \u00c9 tudo. <\/p>\n<p>\u2026\u2026<\/p>\n<p>Lembram-se da Mensagem? O poder de um c\u00e9rebro, de um ser, \u00e9 enorme. Mas o poder de muitos c\u00e9rebros juntos \u00e9 infinito. E \u00e9 exatamente disso que trata o Contacto. \u00c9 como um chuveiro de amor vindo de seres humanos de toda a Terra.    <\/p>\n<p>E, se prestarem aten\u00e7\u00e3o, em retorno h\u00e1 um chuveiro de amor vindo do c\u00e9u.<\/p>\n<p>Vivemos numa \u00e9poca fant\u00e1stica. Podemos at\u00e9 dizer que j\u00e1 entr\u00e1mos na Singularidade. O n\u00famero de descobertas feitas todos os dias \u00e9 incr\u00edvel. Todos os dias, se seguirem as not\u00edcias, sobretudo as not\u00edcias cient\u00edficas, na Internet ou noutros lugares, \u00e9 espantoso. Especialmente nos pa\u00edses que d\u00e3o prioridade \u00e0 ci\u00eancia.    <\/p>\n<p>H\u00e1 um pa\u00eds em particular. Enquanto quase todos os pa\u00edses da Terra d\u00e3o prioridade a Mamon, o deus do dinheiro, ao capitalismo, ao dinheiro, ao poder e ao militarismo\u2026 um pa\u00eds d\u00e1 prioridade \u00e0 ci\u00eancia. E voc\u00eas t\u00eam sorte, fica na \u00c1sia.  <\/p>\n<p>A China.<\/p>\n<p>A China est\u00e1 agora a produzir um n\u00famero incr\u00edvel de descobertas cient\u00edficas. Antes, era a Am\u00e9rica. Hoje, a Am\u00e9rica tornou-se uma an\u00e3 em compara\u00e7\u00e3o. No ano passado, a China produziu dez vezes mais patentes cient\u00edficas do que a Am\u00e9rica. Dez vezes mais.    <\/p>\n<p>A Am\u00e9rica investe em armas. Os comboios deles ainda parecem comboios do Faroeste. Quase como comboios a vapor. \u00abChuc-chuc\u2026 chuc-chuc\u2026\u00bb As esta\u00e7\u00f5es de comboio na Am\u00e9rica parecem pertencer ao s\u00e9culo passado. N\u00e3o\u2026 a dois s\u00e9culos atr\u00e1s.     <\/p>\n<p>A China acabou de testar um novo comboio que viaja t\u00e3o depressa como um avi\u00e3o, gra\u00e7as \u00e0 levita\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica. E n\u00f3s and\u00e1vamos t\u00e3o orgulhosos, recentemente, de comboios a 300 ou 400 km\/h. O novo comboio chin\u00eas viaja a 700 km\/h. A mesma velocidade de muitos avi\u00f5es. Um comboio!    <\/p>\n<p>E \u00e9 o mesmo em todas as \u00e1reas: medicina, astronomia, gen\u00e9tica, tudo.<\/p>\n<p>Portanto, hoje podemos dizer que a China se tornou uma das maiores esperan\u00e7as da humanidade, enquanto outros pa\u00edses continuam agarrados ao poder militar. S\u00e3o pa\u00edses do Terceiro Mundo. Olhem para as ruas de Los Angeles, Nova Iorque, Washington\u2026 Cheias de sem-abrigo.  <\/p>\n<p>A China? N\u00e3o. Toda a gente tem comida. Toda a gente tem um s\u00edtio para dormir. Isto est\u00e1 a acontecer agora.    <\/p>\n<p>E o n\u00edvel de investiga\u00e7\u00e3o\u2026 Estamos a aproximar-nos da Singularidade. O que significa que, gra\u00e7as \u00e0 ci\u00eancia, estamos a descobrir tudo. Esta semana fiquei entusiasmado com uma nova descoberta. Uma not\u00edcia fant\u00e1stica. Nenhum meio de comunica\u00e7\u00e3o falou dela. E, no entanto, apoia completamente o nosso ensinamento. \u00c9 absolutamente espantoso.      <\/p>\n<p>Um neurocientista, um cientista que estuda o c\u00e9rebro, para sua incr\u00edvel surpresa, conheceu um homem que vive uma vida completamente normal. Uma fam\u00edlia. Um emprego. Tudo perfeitamente normal. Depois fizeram-lhe um exame \u00e0 cabe\u00e7a. Sem c\u00e9rebro. Sem c\u00e9rebro. Nada. Nem sequer um bocadinho. Nada al\u00e9m de fluido. E, no entanto, vive uma vida perfeitamente normal.          <\/p>\n<p>O que \u00e9 que eu vos tenho ensinado? Que os neur\u00f3nios mais importantes est\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o. N\u00e3o na cabe\u00e7a. A cabe\u00e7a \u00e9 totalmente in\u00fatil. \u00c9 como o disco r\u00edgido do vosso computador. Armazena mem\u00f3rias. O passado. Mas este homem afortunado, que n\u00e3o tem c\u00e9rebro, vive continuamente em medita\u00e7\u00e3o. Sem turbul\u00eancia emocional. Sem rea\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias. Desapego. Um verdadeiro Buda. E um homem feliz.            <\/p>\n<p>Por isso, espero que um dia seja poss\u00edvel simplesmente remover o c\u00e9rebro! Temos agora provas cient\u00edficas de que n\u00e3o precisamos de c\u00e9rebro. <\/p>\n<p>Uau!<\/p>\n<p>Pela primeira vez, descobriram um homem que vive uma vida completamente normal\u2026 sem c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Respirem fundo. N\u00e3o pensem. Sintam. Sintam que talvez isto [a cabe\u00e7a]\u2026 \u2026n\u00e3o seja o essencial. Isto [o cora\u00e7\u00e3o] \u00e9 que \u00e9 importante: o amor. O amor vem dos neur\u00f3nios do cora\u00e7\u00e3o. A supraconsci\u00eancia est\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o no c\u00e9rebro. E todos n\u00f3s a possu\u00edmos. Mas quando nos for\u00e7amos a pensar, deixamos de usar o cora\u00e7\u00e3o. Quando espalhamos amor, o amor dos Elohim, usamos o cora\u00e7\u00e3o.         <\/p>\n<p>Portanto, quando quiserem comunicar o vosso amor aos Elohim durante o Contacto de domingo\u2026 n\u00e3o pensem nos Elohim. Sintam os Elohim. Sintam-nos. Eles sentem-vos. Eles n\u00e3o pensam em voc\u00eas. Os Elohim s\u00e3o como criancinhas, constantemente a brincar. N\u00e3o s\u00e3o nada s\u00e9rios. Quando estive com eles, senti-me como se estivesse num jardim de inf\u00e2ncia. Sempre a brincar. A saltar. A jogar. A dan\u00e7ar. N\u00e3o s\u00e3o deuses solenes. E criaram-nos \u00e0 sua imagem. Portanto, somos iguais.              <\/p>\n<p>Antes, quando eu dizia isto, ningu\u00e9m ouvia. Mas agora encontr\u00e1mos este homem sem c\u00e9rebro. Ele n\u00e3o \u00e9 deficiente. N\u00e3o tem incapacidade mental. Conduz o carro. Vai trabalhar. Cuida da fam\u00edlia\u2026 sem c\u00e9rebro.      <\/p>\n<p>Portanto, parem de usar isto [a cabe\u00e7a]\u2026 e comecem a usar isto. O cora\u00e7\u00e3o. E \u00e9 exatamente isso que praticam todos os dias. A Universidade da Felicidade est\u00e1 para breve. O que \u00e9 a Universidade da Felicidade? Treinar o cora\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s da medita\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s do ser. Atrav\u00e9s do encontro com pessoas novas. Quem \u00e9s tu? \u00abAh, sou professor.\u00bb \u00abSou engenheiro.\u00bb A verdadeira pergunta n\u00e3o \u00e9: \u00abQuem \u00e9s tu?\u00bb A verdadeira pergunta \u00e9: \u00abTu \u00e9s?\u00bb            <\/p>\n<p>Esta semana vimos um filme fant\u00e1stico. Recomendo-o a todos. Chama-se Detachment. N\u00e3o \u00e9 novo. Talvez tenha dez anos. Quinze? Descreve na perfei\u00e7\u00e3o o problema da humanidade. Onde ningu\u00e9m \u00e9. As pessoas vivem as suas vidas\u2026 Oito mil milh\u00f5es de pessoas na Terra. Oito mil milh\u00f5es! Vivem. Mas o que \u00e9 viver? Acordar. Ir trabalhar. Voltar para casa. Dormir. Son\u00e2mbulos. \u00c9 uma palavra bonita: vivem\u2026 mas n\u00e3o existem. A parte mais bonita do filme mostra pessoas a viver lado a lado naquilo que eu descrevo em Naha como \u00abgalinheiros\u00bb\u2026 ou coelheiras. Veem-se autoestradas cheias de carros. Toda a gente vai a algum lado. Mas, na realidade\u2026 n\u00e3o v\u00e3o a lado nenhum. S\u00e3o como rob\u00f4s. Vivem\u2026 mas ningu\u00e9m \u00e9.                       <\/p>\n<p>\u00c9 por isso que, quando encontro pessoas, n\u00e3o pergunto: \u00abComo est\u00e1s?\u00bb Pergunto: \u00abTu \u00e9s?\u00bb Est\u00e1 a\u00ed algu\u00e9m? H\u00e1 algu\u00e9m a olhar para ti?   <\/p>\n<p>No filme, h\u00e1 um professor. Os alunos nunca olham para ele. N\u00e3o ouvem. Para eles, ele n\u00e3o existe. Depois volta para o apartamento. A mulher est\u00e1 a ver televis\u00e3o\u2026 ou a olhar para o telem\u00f3vel. Nunca sequer olha para ele. Ele est\u00e1 completamente sozinho. Todas as pessoas na Terra\u2026 vivem, mas n\u00e3o existem. Para existir, \u00e9 preciso algu\u00e9m que nos sorria. Olhos que olhem nos nossos olhos. Algu\u00e9m que respire connosco. Uma m\u00e3o que toque na nossa m\u00e3o.<\/p>\n<p>Eu estou aqui. Tu est\u00e1s aqui. N\u00f3s somos. \u00c9 disso que os seres humanos precisam.   <\/p>\n<p>E este homem est\u00e1 t\u00e3o desesperado que, todos os dias, quando a escola acaba, vai para a frente da escola. H\u00e1 uma veda\u00e7\u00e3o, a parte mais bonita do filme, para mim. Sabem, uma veda\u00e7\u00e3o de arame, como as que rodeiam um galinheiro. Ele agarra-se a ela com um dedo e fica ali muito tempo. Ent\u00e3o, um dia, chega um professor desperto. P\u00f5e-se \u00e0 frente dele. N\u00e3o diz nada. Simplesmente olha-o nos olhos. O homem fica t\u00e3o surpreendido que pergunta: \u00abConsegues ver-me?\u00bb \u00abConsegues ver-me?\u00bb \u00abSim. Eu vejo-te.\u00bb E isso mudou-lhe a vida. Finalmente, algu\u00e9m o viu. \u00abConsegues ver-me?\u00bb \u00abEu vejo-te.\u00bb           <\/p>\n<p>\u00c9 t\u00e3o b\u00e1sico. N\u00e3o \u00e9 preciso c\u00e9rebro. N\u00e3o \u00e9 preciso pensar. Eu vejo-te. Tu v\u00eas-me. Tornamo-nos um. De repente, come\u00e7o a existir porque me vejo refletido nos teus olhos. Recomendo que vejam este filme. Podem encontr\u00e1-lo na Internet. Repito, o t\u00edtulo \u00e9 Detachment, que faz parte do ensinamento de Buda: n\u00e3o estar apegado. O desapego.          <\/p>\n<p>Olham para a vida e sentem.<\/p>\n<p>Est\u00e1s vivo?<\/p>\n<p>Est\u00e1s vivo?<\/p>\n<p>Existes?<\/p>\n<p>Consegues ver-me?<\/p>\n<p>\u00abEu consigo ver-te.\u00bb<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E \u00e9 por isso que vimos aos encontros de domingo de manh\u00e3: para nos vermos uns aos outros. Para nos sentirmos uns aos outros. Para sentirmos que existimos. E os Elohim est\u00e3o a olhar para voc\u00eas. Eles sentem-vos.    <\/p>\n<p>Est\u00e3o a enviar-vos uma mensagem que diz: \u00abN\u00f3s vemos-vos.\u00bb Voc\u00eas veem-nos? Veem os Elohim? Basta olhar para cima e dizer: \u00abUau!\u00bb Lembram-se da ora\u00e7\u00e3o? \u00abElohim, eu sei que est\u00e3o algures. N\u00e3o vos consigo ver, mas sinto-vos.\u00bb Lembram-se dela, do livro? \u00c9 t\u00e3o importante dizer esta ora\u00e7\u00e3o todos os dias para permanecer ligado.       <\/p>\n<p>Eu gosto do ingl\u00eas. H\u00e1 uma express\u00e3o que descreve lindamente algo que n\u00e3o exige pensamento, porque simplesmente \u00e9. Dizem: &#8220;It&#8217;s a no-brainer.&#8221; O ingl\u00eas \u00e9 fant\u00e1stico. &#8220;It&#8217;s a no-brainer.&#8221; Significa que n\u00e3o \u00e9 preciso pensar nisso. \u00c9 evidente.      <\/p>\n<p>Portanto, parem de usar o c\u00e9rebro. E usem o cora\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Obrigado<\/p>\n<p>O filme completo: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hJp_51aKJs0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hJp_51aKJs0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 hora de dizer ol\u00e1 aos Elohim. \u00abOl\u00e1!\u00bb O Contacto \u00e9 s\u00f3 isso. \u00c9 simplesmente dizer ol\u00e1. N\u00e3o \u00e9 complicado. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de pensamentos complicados. Apenas: \u00abOl\u00e1! Estou aqui, ao vosso servi\u00e7o, a espalhar o vosso amor, a receber o vosso amor, a ser amor.\u00bb \u00c9 tudo. \u2026\u2026 Lembram-se da Mensagem? 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