{"id":390054,"date":"2026-07-12T22:46:44","date_gmt":"2026-07-13T02:46:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rael.org\/nascido-buda-livre-de-qualquer-controlo\/"},"modified":"2026-07-12T22:46:44","modified_gmt":"2026-07-13T02:46:44","slug":"nascido-buda-livre-de-qualquer-controlo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/nascido-buda-livre-de-qualquer-controlo\/","title":{"rendered":"Nascido Buda, livre de qualquer controlo"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" lazyload=\"lazyload\" class=\"aligncenter wp-image-390048 size-large\" src=\"https:\/\/images.weserv.nl\/?url=www.rael.org\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/July-12-Weekly-address-80ah-1024x576.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"450\"><br \/>\nN\u00f3s, raelianos, temos um duplo tesouro. O tesouro de saber quem somos, de saber, gra\u00e7as aos Elohim, de onde viemos. Voc\u00eas est\u00e3o em processo de despertar ao longo de toda a vida.  <\/p>\n<p>Na Universidade da Felicidade, ensino-vos a fazer as tr\u00eas perguntas fundamentais. Onde estou? Por que estou aqui? \u2013 pergunto-o a mim pr\u00f3prio agora \u2013 Quem est\u00e1 comigo? T\u00eam de refletir profundamente sobre estas tr\u00eas perguntas. Nunca se deve tornar num h\u00e1bito, num pensamento inconsciente.     <\/p>\n<p>Agora mesmo, aqui mesmo: onde estou? Por que estou aqui? Quinze anos em Okinawa, porqu\u00ea? Tamb\u00e9m voc\u00eas se podem perguntar. Ali\u00e1s, devem perguntar-se. N\u00e3o \u00abpodem\u00bb, devem. \u00c9 muito interessante ter uma vis\u00e3o panor\u00e2mica, no tempo, destas perguntas. Nasceram todos Buda. Quando se nasce, \u00e9-se Buda. A educa\u00e7\u00e3o, o conformismo, o condicionamento fazem-vos esquecer quem s\u00e3o.         <\/p>\n<p>O que \u00e9 ser um Buda? \u00c9 estar constantemente consciente de: onde estou, por que estou aqui e quem est\u00e1 comigo. Constantemente! Onde quer que estejamos, o que quer que fa\u00e7amos, estas perguntas somos n\u00f3s.   <\/p>\n<p>Mas os son\u00e2mbulos \u2013 e a sociedade \u00e9 composta de son\u00e2mbulos \u2013 sabem qu\u00e3o vazia \u00e9 a sua vida. Ganhar dinheiro, comer, ter um s\u00edtio para viver, ir trabalhar todas as manh\u00e3s, andar son\u00e2mbulo, voltar a casa \u00e0 noite, e amanh\u00e3, o mesmo. Depois de amanh\u00e3, o mesmo. Na pr\u00f3xima semana, o mesmo. No pr\u00f3ximo m\u00eas, o mesmo. No pr\u00f3ximo ano, o mesmo.     <\/p>\n<p>\u00c0s vezes, estas pessoas s\u00e3o obrigadas a enfrentar estas tr\u00eas perguntas. Onde estou? O que estou a fazer com a minha vida? Quem est\u00e1 comigo? N\u00e3o sabem quem est\u00e1 com elas. Vivem naquilo a que chamo casas de coelho, n\u00e3o sabem quem est\u00e1 do outro lado da parede, apesar de viverem no mesmo edif\u00edcio. N\u00e3o sabem porqu\u00ea, e nunca encontram resposta. E um dia morrem. \u00c9 essa a vida delas.        <\/p>\n<p>E, \u00e0s vezes, veem-vos, com o vosso sorriso, com o vosso s\u00edmbolo, com a luz nos olhos, com um sorriso no rosto. E ficam com muitos ci\u00fames, muita inveja. Eles parecem felizes. Porque \u00e9 que eu n\u00e3o sou feliz? Porque \u00e9 que s\u00e3o diferentes? A \u00fanica resposta que encontram \u00e9 um comprimido chamado antidepressivo. 70% das pessoas na Am\u00e9rica, 70%, tomam comprimidos. Qual \u00e9 o objetivo destes comprimidos? Parar de fazer estas perguntas, porque n\u00e3o encontram resposta.        <\/p>\n<p>N\u00f3s temos respostas. Sabemos por que estamos vivos; sabemos onde estamos e, naturalmente, surge-nos um sorriso no rosto, naturalmente vem o riso, n\u00e3o precisamos de comprimidos. Est\u00e1 tudo dentro de n\u00f3s. E assim, regressamos naturalmente ao Buda que j\u00e1 somos.   <\/p>\n<p>Foram um bebezinho, todos os que aqui est\u00e3o, incluindo eu \u2013 min\u00fasculos como um gatinho, a cagar-se na roupa, a mijar-se na roupa, mal conseguindo fazer seja o que for. Mas um beb\u00e9 feliz. Bastava mamar no peito, a vida era linda. Mas toda a sociedade vos controla. N\u00e3o querem que sejam felizes \u2013 os governos, as religi\u00f5es, todos os poderes da Terra. Querem controlar-vos. N\u00e3o podem ser felizes sem o poder deles, dizem. Mas voc\u00eas s\u00e3o felizes, e isso torna-nos perigosos. Somos perigosos porque temos as respostas a estas tr\u00eas perguntas, e detestamos ser controlados.        <\/p>\n<p>N\u00e3o aceitamos que ningu\u00e9m nos controle. Nem sequer os nossos pais. A mam\u00e3, o pap\u00e1 tentam controlar-nos \u2013 assim que podemos, fugimos. Mudamos de s\u00edtio, mudamos de pa\u00eds, mudamos tudo, porque queremos ser n\u00f3s pr\u00f3prios. N\u00e3o queremos ser controlados por ningu\u00e9m, por poder nenhum. Livres. Essa \u00e9 a qualidade n\u00famero um dos Raelianos.      <\/p>\n<p>E quando as pessoas que n\u00e3o nos conhecem vos veem vir \u00e0 Universidade da Felicidade, dizem \u2013 ah, s\u00e3o controlados pelo Maitreya. E h\u00e1 cinquenta anos que vos ensino a recusar ser controlados por quem quer que seja. Nem sequer por mim. Nem sequer pelos Elohim. Os Elohim n\u00e3o nos querem controlar. Se alguma vez pedissem para nos controlar, eu, Maitreya, deixaria de ser raeliano. Apostataria.      <\/p>\n<p>Os Elohim, no seu amor infinito, dizem: se quiserem, construam uma embaixada. N\u00e3o \u00abt\u00eam de\u00bb \u2013 nenhum controlo. Se quiserem, se sentirem vontade de o fazer, fa\u00e7am uma embaixada para nos acolher, de igual para igual, e podemos partilhar amor, porque somos iguais. Cri\u00e1mos-vos \u00e0 nossa imagem. Essa \u00e9 uma frase muito importante, \u00e0 nossa imagem. Se somos criados \u00e0 imagem deles, eles n\u00e3o podem ser superiores. S\u00f3 podemos ser iguais. E esse \u00e9 um dos tesouros da Mensagem dos Elohim.       <\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um Deus Todo-Poderoso a olhar para n\u00f3s de cima a dizer: faz isto, faz aquilo, a controlar-nos. Os Elohim s\u00e3o o oposto. N\u00e3o nos querem controlar, querem dar-nos a possibilidade de sermos n\u00f3s pr\u00f3prios. Acolher os Elohim \u00e9 um ato de amor, n\u00e3o de submiss\u00e3o a qualquer autoridade.   <\/p>\n<p>E tudo o que fazemos com amor torna-nos livres. Livres para amar, livres para acolher os Elohim, livres para sentir o infinito. O infinito \u00e9 liberdade. O infinito n\u00e3o nos controla, n\u00f3s somos. Eu sou o infinito. N\u00e3o s\u00f3 eu, cada um de v\u00f3s, igual ao infinito.     <\/p>\n<p>E livres para regressar ao que eram na conce\u00e7\u00e3o. Quando um espermatozoide e um \u00f3vulo criam a primeira c\u00e9lula de voc\u00eas, j\u00e1 eram um Buda. Ser um Buda \u00e9 ser livre, \u00e9 rir constantemente, \u00e9 ter constantemente a resposta a estas tr\u00eas perguntas. Porque estou aqui? Onde estou? Quem est\u00e1 comigo? N\u00f3s temos a resposta. E quando sentimos verdadeiramente o significado profundo disso, ningu\u00e9m nos pode controlar. Nem sequer os Elohim. Nem o Maitreya.         <\/p>\n<p>Eu amo-vos, e os Elohim amam-vos, livres. Se n\u00e3o s\u00e3o livres para ser amados, n\u00e3o h\u00e1 amor. Quando se \u00e9 for\u00e7ado a algo, n\u00e3o h\u00e1 amor. E isto \u00e9 um poder e uma energia incr\u00edveis.   <\/p>\n<p>Desfrutem deste privil\u00e9gio, o de ser. Ser. Ser, quando se \u00e9, s\u00e3o voc\u00eas pr\u00f3prios. Diferentes, muito diferentes, personalidades diferentes, disposi\u00e7\u00f5es diferentes, apar\u00eancias diferentes, idades diferentes. Mas todos Buda. Significa? Ser. Ser um Buda \u00e9 ser.       <\/p>\n<p>Vou terminar este discurso demasiado longo com uma pergunta.<\/p>\n<p>Voc\u00eas s\u00e3o? Voc\u00eas s\u00e3o? [ Eu sou ] Obrigado.  <\/p>\n<p>O nosso caminho \u00e9 o caminho. Obrigado, Elohim. Obrigado pelo vosso respeito, por nos tratarem de igual para igual. E porque nos tratam como iguais, merecem o maior respeito.   <\/p>\n<p>Desejo-vos uma bela eternidade, n\u00e3o apenas um belo hoje, e espero que estejamos juntos por toda a eternidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00f3s, raelianos, temos um duplo tesouro. O tesouro de saber quem somos, de saber, gra\u00e7as aos Elohim, de onde viemos. Voc\u00eas est\u00e3o em processo de despertar ao longo de toda a vida. Na Universidade da Felicidade, ensino-vos a fazer as tr\u00eas perguntas fundamentais. Onde estou? 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