{"id":390340,"date":"2026-06-21T12:18:56","date_gmt":"2026-06-21T16:18:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rael.org\/as-vossas-celulas-estao-a-ouvir-e-a-sorrir\/"},"modified":"2026-06-21T12:18:56","modified_gmt":"2026-06-21T16:18:56","slug":"as-vossas-celulas-estao-a-ouvir-e-a-sorrir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/as-vossas-celulas-estao-a-ouvir-e-a-sorrir\/","title":{"rendered":"As vossas c\u00e9lulas est\u00e3o a ouvir e a sorrir"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" lazyload=\"lazyload\" class=\"aligncenter wp-image-389867 size-large\" src=\"https:\/\/images.weserv.nl\/?url=www.rael.org\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/June-21-Weekly-address-80ah-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"450\"><\/p>\n<p>Como come\u00e7ar o dia? Sempre a sorrir. Sozinhos. N\u00e3o a sorrir para outras pessoas, o que \u00e9 uma forma de comunica\u00e7\u00e3o. Na vossa cama ou no vosso futon, quando acordam, antes de abrirem os olhos, sorriam.    <\/p>\n<p>A quem est\u00e3o a sorrir? A ningu\u00e9m? A ningu\u00e9m?  <\/p>\n<p>A milhares de milh\u00f5es de c\u00e9lulas. Ao vosso corpo. Quantas? Trinta e quatro mil milh\u00f5es ou bili\u00f5es, j\u00e1 n\u00e3o me lembro, de c\u00e9lulas.   <\/p>\n<p>Quando sorriem, elas sentem-no. E quando elas sorriem, porque tamb\u00e9m sabem sorrir, voc\u00eas sentem-no. \u00c0s vezes, tenho a certeza de que j\u00e1 todos repararam nisso: \u00abAh, sinto-me bem.\u00bb Sobretudo quando se espregui\u00e7am ou quando respiram fundo, assim. Fazem sorrir esses milhares de milh\u00f5es de c\u00e9lulas. Quando n\u00e3o t\u00eam oxig\u00e9nio suficiente para lhes dar energia, surge naturalmente um suspiro profundo. O que \u00e9 isso? Com quem est\u00e3o a falar quando fazem \u00abAhhh\u2026\u00bb? Com essas c\u00e9lulas.        <\/p>\n<p>Quando t\u00eam dor nalgum s\u00edtio, quando magoam o joelho ou qualquer outro lado, o que fazem? \u00abOh, d\u00f3i-me o est\u00f4mago\u2026 ah\u2026\u00bb E depois p\u00f5em ali a m\u00e3o. Porqu\u00ea? Comunicam com as vossas c\u00e9lulas, e sentem-se melhor. S\u00f3 por colocarem ali a m\u00e3o.     <\/p>\n<p>Quem est\u00e1 a tocar em quem? Est\u00e3o a tocar em voc\u00eas pr\u00f3prios. Est\u00e3o a comunicar com as vossas c\u00e9lulas.  <\/p>\n<p>\u00abOl\u00e1! Estou aqui! Amo-vos! Parem de sentir dor!\u00bb Tocam. \u00c9 espantoso, n\u00e3o \u00e9?  <\/p>\n<p>\u00c0s vezes fazemos tro\u00e7a dos velhos, ou tamb\u00e9m dos jovens, que falam sozinhos. \u00abOh, vou cozinhar qualquer coisa.\u00bb A minha m\u00e3e era assim. \u00abOh, se calhar preciso de p\u00f4r mais um pouco de sal.\u00bb Sozinha na cozinha. Tudo o que estava a fazer, dizia-o em voz alta. Ningu\u00e9m estava a ouvir. As c\u00e9lulas estavam. Instintivamente, falamos connosco pr\u00f3prios.        <\/p>\n<p>Quem est\u00e1 a falar com quem? Convosco pr\u00f3prios. Se t\u00eam dores de est\u00f4mago, falem com o vosso est\u00f4mago. \u00abSinto-te. Compreendo o teu sofrimento. Vais sentir-te melhor em breve.\u00bb As c\u00e9lulas sentem isso.    <\/p>\n<p>Lembro-me de quando estive, em certas alturas da minha vida, no hospital porque estava muito doente. Podem escolher sofrer ou curar-se. Curam-se a voc\u00eas pr\u00f3prios da dor f\u00edsica ou do sofrimento mental.  <\/p>\n<p>Quando est\u00e3o tristes, ou deprimidos, ou simplesmente a ter um mau dia \u2014 acontece a toda a gente. Ent\u00e3o vem a terr\u00edvel palavra diab\u00f3lica: \u00abPorqu\u00ea?\u00bb \u00c9 veneno, veneno puro, porque d\u00e3o sempre uma resposta a v\u00f3s pr\u00f3prios. \u00c9 uma armadilha terr\u00edvel, como uma ratoeira. \u00abSou Raeliano. Sigo a Universidade da Felicidade do Maitreya. Porque me sinto triste hoje? Porqu\u00ea?\u00bb    <\/p>\n<p>Ah! \u00ab\u00c9 porque\u2026\u00bb E encontram ent\u00e3o uma justifica\u00e7\u00e3o para o vosso sofrimento. E \u00e9 muito interessante, porque podem ficar deprimidos por estarem deprimidos. \u00abEstou triste por estar triste. Ainda por cima sendo Raeliano. Como posso estar triste? Conhe\u00e7o o Maitreya. Conhe\u00e7o a Universidade da Felicidade. Como posso sofrer?\u00bb E depois acrescentam mais um sofrimento, que \u00e9 a culpa. \u00abComo posso sofrer? Sou Raeliano. Recebi a luz dos Elohim. Uau! Devo ser um Raeliano muito mau.\u00bb Voc\u00eas sabem como \u00e9.       <\/p>\n<p>E da mesma maneira que podem estar tristes por estarem tristes, quando est\u00e3o tristes, e depois tristes por estarem tristes, podem ficar ainda mais tristes por estarem tristes por estarem tristes. Sem fim. Ou ent\u00e3o, quando est\u00e3o no hospital: \u00abTenho dor, mas estou a curar-me. Sinto o meu corpo a curar-se a si pr\u00f3prio.\u00bb N\u00e3o \u00e9 uma ilus\u00e3o. Constantemente, o vosso corpo cura-se a si pr\u00f3prio.    <\/p>\n<p>Sabiam que todos os dias toda a gente desenvolve novos cancros? A cada minuto, o vosso corpo cria c\u00e9lulas cancerosas. Mas os Elohim colocaram dentro de n\u00f3s uma for\u00e7a policial especial. Como quando passam um sinal vermelho e a pol\u00edcia vos manda parar. Temos, no nosso sangue e por todo o corpo, essa for\u00e7a policial. E essa for\u00e7a policial, assim que h\u00e1 uma c\u00e9lula que se torna anormal, destr\u00f3i-a. Constantemente.      <\/p>\n<p>A cada minuto, t\u00eam milh\u00f5es de c\u00e9lulas, milh\u00f5es, que s\u00e3o destru\u00eddas por essa for\u00e7a policial. Essa for\u00e7a policial chama-se sistema imunit\u00e1rio. <\/p>\n<p>Quando fomos criados \u2014 n\u00e3o estou a falar dos primeiros seres humanos nos laborat\u00f3rios dos Elohim. Estou a falar de quando foram criados no ventre da vossa m\u00e3e. Espermatozoide e \u00f3vulo, pium! Encontram-se l\u00e1 dentro. O espermatozoide entra, depois aparecem duas c\u00e9lulas, quatro, oito\u2026 E vai ficando maior. Parece uma pequena amora. Ou uma framboesa preta, se preferirem. \u00c9 por isso que chamam a esta fase \u2014 quando parecem um pequeno fruto \u2014 a m\u00f3rula. O nome m\u00e9dico \u00e9 m\u00f3rula. Significa pequeno fruto. E a este n\u00edvel, todas as c\u00e9lulas s\u00e3o perfeitas.          <\/p>\n<p>Depois, \u00e0 medida que o desenvolvimento continua, podem acontecer alguns erros. Sabem, no vosso computador fazem copiar-colar todos os dias. Todas as nossas c\u00e9lulas funcionam assim. N\u00f3s podemos viver 70, 80, 90 anos. As nossas c\u00e9lulas n\u00e3o. Voc\u00eas podem viver 80 ou 90 anos, mas as vossas c\u00e9lulas t\u00eam uma vida muito curta. Algumas delas, apenas algumas horas. Depois morrem. Mas s\u00e3o imediatamente substitu\u00eddas por uma c\u00e9lula id\u00eantica.        <\/p>\n<p>Copiar-colar. Toda a nossa vida. <\/p>\n<p>Mas \u00e0s vezes, porque temos milhares de milh\u00f5es de c\u00e9lulas, tal como no computador, h\u00e1 um erro. Dizemos \u00abficheiro corrompido\u00bb. Corrompido, ou seja, alguma coisa foi modificada e a c\u00f3pia j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 igual. \u00c9 esse o problema. \u00c9 isso o envelhecimento. Copiar-colar com erros.     <\/p>\n<p>O pol\u00edcia do sistema imunit\u00e1rio reage ent\u00e3o! Sempre que o copiar-colar n\u00e3o fica exatamente igual, destr\u00f3i a c\u00e9lula. Mas no vosso corpo, milhares de milh\u00f5es e milhares de milh\u00f5es, podemos at\u00e9 dizer bili\u00f5es, de c\u00e9lulas est\u00e3o constantemente a copiar-se e a colar-se. E \u00e0s vezes a pol\u00edcia n\u00e3o v\u00ea. E isso \u00e9 o envelhecimento.    <\/p>\n<p>Est\u00e3o cheios de cabelo e, de repente, pumba! deixa de haver. Pele bonita e depois rugas. Isso \u00e9 um erro de copiar-colar. Por todo o lado. Seios bonitos? Erro de copiar-colar. Cabelo preto? Ups! Cabelo branco. Erro de copiar-colar. Barba preta? Barba branca. Todo o nosso corpo, constantemente. Um pouco n\u00e3o faz mal, mas vivemos uma vida longa.             <\/p>\n<p>As c\u00e9lulas vivem, algumas delas, apenas algumas horas, alguns dias ou algumas semanas. Mas n\u00f3s vivemos 80, 90 anos. Portanto, h\u00e1 cada vez mais erros de copiar-colar. De repente, a maioria est\u00e1 corrompida. E a pol\u00edcia j\u00e1 n\u00e3o consegue resolver. Desiste. Chamamos-lhe morte. Quando h\u00e1 demasiados erros, o sistema diz: \u00abFim do programa.\u00bb E morremos. Tudo o que est\u00e1 vivo na Terra \u00e9 assim. \u00c1rvores. Animais. Plantas. Exceto um.             <\/p>\n<p>H\u00e1 uma medusa que vive na Terra, e os cientistas est\u00e3o chocados. Essa medusa \u00e9 eterna. Nunca morre. \u00c9 claro que passa pelo mesmo processo de envelhecimento. E ao fim de muitos anos, h\u00e1 demasiados erros. Mas n\u00e3o morre. Encolhe-se de volta \u00e0s suas c\u00e9lulas originais. Elimina todas as c\u00e9lulas que ficaram corrompidas. E quando volta a ser muito pequena, feita apenas de c\u00e9lulas puras, cresce outra vez. Os Elohim fizeram isso para nos ajudar a descobrir uma coisa. E muitos cientistas estudam agora essa medusa, tentando usar o que aprendem para os seres humanos.          <\/p>\n<p>Todos envelhecemos. Quando ficamos demasiado velhos, com demasiados danos, se pud\u00e9ssemos voltar a crescer at\u00e9 beb\u00e9, isso seria divertido, n\u00e3o seria? E depois crescer outra vez. Isto \u00e9 um enigma para os cientistas. N\u00e3o o compreendem. Tamb\u00e9m n\u00e3o compreendem completamente a f\u00edsica qu\u00e2ntica.     <\/p>\n<p>Na verdade, h\u00e1 mais coisas que os cientistas n\u00e3o compreendem do que coisas que compreendem. E ser\u00e1 sempre assim. Como dizem os maiores cientistas: \u00abQuanto mais estudo, mais me apercebo de que n\u00e3o sei nada.\u00bb Reconhecem-se os verdadeiros cientistas pela forma como falam. Se dizem \u00abSabemos tudo\u00bb, n\u00e3o s\u00e3o cientistas. Se dizem \u00abN\u00e3o sei, e ningu\u00e9m sabe\u00bb, isso j\u00e1 \u00e9 mais elevado. E ainda mais elevado:      <\/p>\n<p>\u00abTalvez nunca venhamos a saber.\u00bb Esse \u00e9 o topo do topo. O n\u00edvel mais alto est\u00e1 sempre misturado com humildade. \u00c9 belo. E \u00e9 o mesmo ao nosso n\u00edvel. Porque \u00e9 que as pessoas n\u00e3o s\u00e3o simp\u00e1ticas e n\u00e3o sorriem? Porque \u00e9 que n\u00e3o d\u00e3o amor? Porque pensam que sabem tudo sobre toda a gente. Veem algu\u00e9m e dizem: \u00abOh, eu conhe\u00e7o esta pessoa. Oh, ele \u00e9 mau.\u00bb Mas quando est\u00e3o cheios de amor, sempre que encontram algu\u00e9m, mesmo algu\u00e9m que j\u00e1 encontraram milhares de vezes, est\u00e3o prontos para se maravilhar.         <\/p>\n<p>Cada ser humano \u00e9 um mist\u00e9rio. Cada ser humano. Toda a gente nesta sala. Toda a gente na Terra. Toda a gente no universo. Todos est\u00e3o em mudan\u00e7a constante. Podem senti-lo ou n\u00e3o, mas est\u00e3o a mudar.      <\/p>\n<p>Buda disse: \u00abNada \u00e9 permanente.\u00bb Isso quer dizer nada. N\u00f3s inclu\u00eddos. O exemplo mais belo: adoro ir a cemit\u00e9rios. Adoro! Est\u00e3o cheios de pessoas que queriam fazer qualquer coisa no dia seguinte\u2026 Mas acabaram debaixo da terra. Ou num pote de cinzas.      <\/p>\n<p>Cada ser humano que morreu, ou seja, cada ser humano que alguma vez existiu, queria fazer qualquer coisa no dia seguinte. H\u00e1 alguma coisa que queiram fazer? E dizem: \u00abFa\u00e7o isso amanh\u00e3.\u00bb Ah, sim? T\u00eam a certeza de que estar\u00e3o vivos amanh\u00e3? T\u00eam a certeza? Eu n\u00e3o tenho. Por isso, cada segundo se torna precioso. Porque todas estas m\u00e1quinas fant\u00e1sticas\u2026 Nada \u00e9 permanente dentro delas.        <\/p>\n<p>O meu cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o que eu tinha quando nasci. O meu c\u00e9rebro n\u00e3o \u00e9 o c\u00e9rebro que eu tinha no ano passado. Todas as nossas c\u00e9lulas mudam constantemente. E a nossa consci\u00eancia tamb\u00e9m. E, ainda mais importante, a nossa supraconsci\u00eancia. Quando meditarem hoje, tentem lembrar-se da vossa medita\u00e7\u00e3o de h\u00e1 sete anos. N\u00e3o s\u00e3o a mesma. Da primeira vez que meditam, n\u00e3o est\u00e3o realmente a meditar. Porque est\u00e3o a prestar aten\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sentem tudo. Olham para uma parede e dizem: \u00abUau, estou a meditar.\u00bb E quando dizem isso, j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 medita\u00e7\u00e3o.           <\/p>\n<p>Com o tempo, deixa de haver \u00abuau\u00bb. Deixa de haver parede. Meditam em frente a uma parede, mas n\u00e3o a veem. Meditam com o vosso corpo, mas n\u00e3o sentem o vosso corpo. Isso \u00e9 a medita\u00e7\u00e3o suprema. Mas todas estas m\u00e1quinas est\u00e3o em mudan\u00e7a constante. Sintam a mudan\u00e7a. Magia.       <\/p>\n<p>\u00abOh, tenho dor.\u00bb Est\u00e1 a corrigir-se sozinho. Est\u00e1 a chegar muita pol\u00edcia e muitas ambul\u00e2ncias. \u00c9 espantoso. Est\u00e1 a acontecer. Mas quando confiam apenas na medicina, abdicam da vossa pr\u00f3pria capacidade de se curarem a voc\u00eas pr\u00f3prios. V\u00e3o ao hospital e pensam: \u00abO hospital vai tratar da minha sa\u00fade.\u00bb Tomam os comprimidos que vos d\u00e3o e pensam: \u00abOs comprimidos v\u00e3o tratar da minha sa\u00fade.\u00bb Nunca.        <\/p>\n<p>Quando eu estava no hospital e me davam comprimidos, a minha medita\u00e7\u00e3o era: \u00abVou curar-me, mesmo com estes comprimidos terr\u00edveis.\u00bb Tomo-os, mas n\u00e3o s\u00e3o dignos da minha aten\u00e7\u00e3o. O meu corpo. O meu sistema imunit\u00e1rio \u00e9 infinitamente mais poderoso do que qualquer medicina humana. O nosso melhor m\u00e9dico: os Elohim. Puseram tudo dentro de n\u00f3s. Algumas pessoas, sabem, durante a brincadeira da COVID: \u00abOh, precisamos de uma vacina.\u00bb Toda a gente. Isto \u00e9 um insulto aos Elohim. E \u00e9 por isso que as pessoas morrem. Castigo.          <\/p>\n<p>Nada de vacinas. Confio nos m\u00e9dicos Elohim. No meu corpo.  <\/p>\n<p>Pensem nos milh\u00f5es de pessoas na Terra que viveram um n\u00famero infinito de pandemias. N\u00e3o havia vacinas. N\u00e3o havia antibi\u00f3ticos. Mas estamos vivos. Nem sequer havia hospitais. Porque havia um m\u00e9dico incrivelmente bom chamado sistema imunit\u00e1rio. Patenteado. Patenteado pelos Elohim. Conhecem o pequeno \u00ae que aparece a seguir a um produto patenteado? Deviam ter um grande aqui. Os melhores m\u00e9dicos do universo infinito: os Elohim.          <\/p>\n<p>E podemos viver 120 anos, 122 no caso de Jeanne Calment. N\u00e3o era vegetariana. Fumava. Punha a\u00e7\u00facar em cada copo de \u00e1gua. Uma colher grande de a\u00e7\u00facar em cada copo. Quando lhe perguntavam \u00abPorque \u00e9 que p\u00f5e a\u00e7\u00facar?\u00bb, respondia: \u00abSen\u00e3o n\u00e3o tem sabor.\u00bb Cento e vinte e dois anos. At\u00e9 aos 117 anos, fumou um ma\u00e7o de cigarros por dia e comeu um quilo de chocolate por semana. N\u00e3o chocolate preto amargo. Chocolate normal, com a\u00e7\u00facar. \u00c9 essa a Jeanne Calment. Mas a rir. Sempre a divertir-se. Esse \u00e9 o segredo do m\u00e9dico registado. Sorrir a esta m\u00e1quina fant\u00e1stica.               <\/p>\n<p>O que \u00e9 o riso? Ningu\u00e9m o consegue explicar. Basta olharem para o oceano, e vem o riso. Abrem os olhos na cama, e riem-se. N\u00e3o pensam nos impostos que t\u00eam de pagar. Em como v\u00e3o comprar comida. Nos problemas com o vosso companheiro, namorada ou namorado.      <\/p>\n<p>Acordam. E riem-se. Porqu\u00ea? Sem raz\u00e3o nenhuma. Vem naturalmente do corpo inteiro. Quando se riem, tal como quando sorriem, s\u00e3o milhares de milh\u00f5es de c\u00e9lulas a rir. Podem simular o riso. Mas quando vem naturalmente, vem delas. De repente h\u00e1 uma contra\u00e7\u00e3o. Pensem nisso. Todas as vossas c\u00e9lulas est\u00e3o a rir quando voc\u00eas se riem. E quando o sentem, riem-se ainda mais. N\u00e3o conseguem parar.            <\/p>\n<p>Porqu\u00ea parar de rir? N\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o nenhuma. <\/p>\n<p>S\u00f3 a morte vos pode fazer parar de rir. Mas garanto-vos, quando acordarem no planeta dos Elohim, acordam e riem-se. Na verdade, \u00e9 um riso infinito.  <\/p>\n<p>Ent\u00e3o porque n\u00e3o come\u00e7ar j\u00e1?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como come\u00e7ar o dia? Sempre a sorrir. Sozinhos. N\u00e3o a sorrir para outras pessoas, o que \u00e9 uma forma de comunica\u00e7\u00e3o. Na vossa cama ou no vosso futon, quando acordam, antes de abrirem os olhos, sorriam. A quem est\u00e3o a sorrir? A ningu\u00e9m? A ningu\u00e9m? A milhares de milh\u00f5es de c\u00e9lulas. Ao vosso corpo. Quantas? [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":59,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[6109],"tags":[],"class_list":["post-390340","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-weekly-address"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/390340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/59"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=390340"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/390340\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=390340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=390340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=390340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}