{"id":390908,"date":"2026-08-30T04:48:37","date_gmt":"2026-08-30T08:48:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.rael.org\/a-luz-e-vibracao\/"},"modified":"2026-08-30T04:48:37","modified_gmt":"2026-08-30T08:48:37","slug":"a-luz-e-vibracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.rael.org\/pt-pt\/a-luz-e-vibracao\/","title":{"rendered":"A luz \u00e9 vibra\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" lazyload=\"lazyload\" class=\"aligncenter wp-image-390782 size-large\" src=\"https:\/\/images.weserv.nl\/?url=www.rael.org\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/August-30-Weekly-address-81ah-1-1024x576.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"450\"><br \/>\n<strong>Discurso da Nat\u00e1lia<\/strong><\/p>\n<p>Tenho estado a pensar no que disse (Maitreya) sobre a part\u00edcula do amor ser o gravit\u00e3o, a mesma part\u00edcula envolvida na gravidade, e na ideia de que existe uma part\u00edcula envolvida no amor. Quando pensamos na luz, o que \u00e9 a luz? A luz \u00e9 algo f\u00edsico. Pode comportar-se como part\u00edcula ou como onda. Mas o que \u00e9 a escurid\u00e3o? A escurid\u00e3o n\u00e3o existe realmente por si s\u00f3. \u00c9 simplesmente a aus\u00eancia de luz. Podemos pensar no calor de forma semelhante. O calor \u00e9 energia, mas o frio n\u00e3o existe como algo em si mesmo. O frio \u00e9 a aus\u00eancia de calor. Talvez possamos fazer o mesmo paralelo com o Amor. O que s\u00e3o o \u00f3dio e o medo? Poder\u00e3o ser simplesmente a aus\u00eancia de Amor? Quando reparamos que uma sala est\u00e1 escura, podemos acender a luz. Da mesma forma, quando reparamos em sentimentos negativos como o \u00f3dio ou o medo, podemos acender o amor.<\/p>\n<p><strong>Discurso do Maitreya<\/strong><\/p>\n<p>Para todos os sentidos, \u00e9 um pouco dif\u00edcil para os humanos apreender o que \u00e9 a luz, o fot\u00e3o, ligeiramente dif\u00edcil. \u00c9 mais f\u00e1cil para o som.<\/p>\n<p>Quando ouvem alguma coisa, h\u00e1 algo a entrar no vosso ouvido? Nada. Vibra\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, o que \u00e9? H\u00e1 part\u00edculas de mat\u00e9ria a entrar no vosso ouvido? Absolutamente nada. Nada, a n\u00e3o ser vibra\u00e7\u00e3o. Da mesma forma, estamos a come\u00e7ar a descobrir que a luz \u00e9 vibra\u00e7\u00e3o, a m\u00fasica \u00e9 vibra\u00e7\u00e3o, tudo \u00e9 vibra\u00e7\u00e3o, e os cientistas est\u00e3o devagarinho, devagarinho, a descobrir a possibilidade de a gravidade tamb\u00e9m ser vibra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando a Lotus canta, nenhuma part\u00edcula sai da boca dela, mas ela cria uma vibra\u00e7\u00e3o. E esta vibra\u00e7\u00e3o faz com que as mol\u00e9culas, os \u00e1tomos se empurrem uns aos outros. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma mol\u00e9cula ou part\u00edcula a sair da garganta da Lotus, mas a vibra\u00e7\u00e3o na garganta dela empurra algumas part\u00edculas. Estas part\u00edculas n\u00e3o se deslocam; vibram. E fazem vibrar tamb\u00e9m a part\u00edcula ao lado, e a seguinte, e a seguinte. E esta vibra\u00e7\u00e3o passa de part\u00edcula em part\u00edcula at\u00e9 ao meu ouvido. E no ouvido h\u00e1 uma membrana que vibra, empurrada pelas part\u00edculas.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 som. H\u00e1 apenas vibra\u00e7\u00e3o. E o c\u00e9rebro calcula esta vibra\u00e7\u00e3o e diz: &#8220;Ah, h\u00e1 um som.&#8221; Mas n\u00e3o h\u00e1 som. N\u00e3o h\u00e1 som real. Somos n\u00f3s que criamos o som com o nosso c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>O mesmo, e o que disseste sobre a luz e a escurid\u00e3o \u00e9 muito bonito. O fot\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 part\u00edculas; \u00e9 part\u00edculas e vibra\u00e7\u00e3o. E os nossos olhos sentem esta vibra\u00e7\u00e3o e chamam-lhe luz. E o c\u00e9rebro, consoante o n\u00famero de vibra\u00e7\u00f5es, diz: &#8220;Oh, \u00e9 azul, oh, \u00e9 verde, oh, \u00e9 preto.&#8221; O c\u00e9rebro cria tudo. N\u00e3o h\u00e1 nada que entre realmente em nenhum dos nossos sentidos. O nosso supercomputador interpreta \u2013 consoante o n\u00edvel de vibra\u00e7\u00e3o \u2013 esta \u00e9 esta nota, d\u00f3 r\u00e9 mi f\u00e1 sol l\u00e1 si d\u00f3, ou azul, ou verde. \u00c9 s\u00f3 o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Portanto, neste oceano de vibra\u00e7\u00f5es, h\u00e1 uma infinidade de vibra\u00e7\u00f5es. Voltem sempre a isso.<\/p>\n<p>Os nossos ouvidos conseguem ouvir uma gama de sons muito limitada \u2013 do muito agudo ao muito grave \u2013, mas n\u00e3o h\u00e1 nota mais aguda. Podem ir mais alto do que a Lotus, dez vezes mais alto, e esse n\u00e3o \u00e9 o limite. H\u00e1 sons mais agudos, mas n\u00e3o os conseguimos sentir. E o mesmo com as notas mais graves. Podem descer at\u00e9 \u00e0 mais grave poss\u00edvel e n\u00e3o podem dizer &#8220;esta \u00e9 a mais grave&#8221;. Podem diz\u00ea-lo, mas est\u00e3o enganados, porque h\u00e1 sons ainda mais graves. At\u00e9 onde v\u00e3o? At\u00e9 ao infinito! Mas um cientista est\u00fapido pode dizer &#8220;esta \u00e9 a nota mais grave&#8221;. H\u00e1 o mais grave e h\u00e1 ainda mais grave; existe um som que seja o mais grave poss\u00edvel? N\u00e3o existe. Infinito! Mas n\u00e3o o conseguimos percecionar.<\/p>\n<p>Os elefantes, um animal que eu adoro, emitem sons t\u00e3o graves que n\u00e3o os conseguimos ouvir. Mas comunicam com esses sons. As baleias tamb\u00e9m, no oceano, t\u00eam sons que nenhum humano consegue percecionar. Chamam-lhes infrassons. Indo para cima, chamam-lhes ultrassons. Mas n\u00e3o h\u00e1 limite.<\/p>\n<p>Escolhemos percecionar o nosso ambiente segundo aquilo que conseguimos ouvir. Neste mundo de ilus\u00f5es permanentes. Portanto, tudo o que veem, ouvem, tocam, n\u00e3o \u00e9 o que pensam que veem, que tocam, que ouvem.<\/p>\n<p>O exemplo mais bonito, que uso muitas vezes \u2013 sabem, quando olham para um belo nascer do sol, uau! \u2013, e o sol est\u00e1 a sair do oceano. N\u00e3o. Estava a sair do oceano 8 minutos antes. Mas a vibra\u00e7\u00e3o a que chamamos luz leva 8 minutos a chegar at\u00e9 n\u00f3s. Portanto, quando veem o sol, veem a imagem do sol tal como estava h\u00e1 8 minutos. Se quisessem ver exatamente quando o sol nasce, o que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel para o olho humano, se um instrumento conseguisse detetar o momento exato em que o sol sai do oceano, seria 8 minutos antes daquilo que vemos. Se detetassem exatamente onde ele est\u00e1 no momento em que o veem nascer, ainda \u00e9 noite onde o sol realmente est\u00e1.<\/p>\n<p>Portanto, teriam de sair e olhar para o sol quando ainda est\u00e1 completamente escuro; \u00e9 a\u00ed que o sol realmente est\u00e1. Mas pensem nisto: e as estrelas? A luz das estrelas n\u00e3o leva 8 minutos a chegar, pode levar meses, anos, s\u00e9culos. Algumas estrelas que veem, veem a luz que emitiram h\u00e1 milhares de anos. N\u00e3o conseguem ver a luz dessas estrelas onde elas est\u00e3o agora, porque elas movem-se. E a estrela que veem aqui \u2013 veem-na aqui, mas na realidade est\u00e1 ali. \u00c9 um trabalho espantoso dos astrof\u00edsicos, fazer uma imagem exata do universo.<\/p>\n<p>Para ter realmente uma vis\u00e3o melhor, medir a luz n\u00e3o chega. Por isso, usam radiotelesc\u00f3pios, e isso n\u00e3o chega. Nada chega.<\/p>\n<p>Mais uma vez, como ensino h\u00e1 50 anos, se pudessem ver todas as estrelas, o c\u00e9u inteiro seria branco. N\u00e3o um ponto de luz, mas totalmente branco. \u00c9 a\u00ed que realmente estamos. Mas n\u00e3o podemos confiar nos nossos \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p>Percebem at\u00e9 que ponto vivemos num mundo de ilus\u00f5es? Com algo t\u00e3o simples como um nascer do sol, n\u00e3o \u00e9 verdade. E \u00e9 a mesma coisa para tudo.<\/p>\n<p>Temos de ser humildes e n\u00e3o confiar nos nossos sentidos. Em que podemos confiar, n\u00e3o para medir, mas para sentir o infinito? Na supraconsci\u00eancia. A supraconsci\u00eancia n\u00e3o v\u00ea, n\u00e3o ouve, \u00e9. E a supraconsci\u00eancia nunca vos dar\u00e1 nenhuma medida do infinito. Porque o infinito, por defini\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tem tamanho. Se pud\u00e9ssemos medir o infinito, n\u00e3o seria infinito.<\/p>\n<p>Obrigado, Nat\u00e1lia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Discurso da Nat\u00e1lia Tenho estado a pensar no que disse (Maitreya) sobre a part\u00edcula do amor ser o gravit\u00e3o, a mesma part\u00edcula envolvida na gravidade, e na ideia de que existe uma part\u00edcula envolvida no amor. Quando pensamos na luz, o que \u00e9 a luz? A luz \u00e9 algo f\u00edsico. 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